Mercado de festas premium reforça a busca por celebrações ao ar livre, experiências autorais e sofisticação natural

Mercado de festas premium reforça a busca por celebrações ao ar livre, experiências autorais e sofisticação natural. Especialistas do mercado destacam a força de tendências que unem natureza, exclusividade e experiência no universo das festas premium O mercado de festas premium vive um momento de transformação, impulsionado por um público que valoriza cada vez mais celebrações autorais, experiências sensoriais e ambientes que unam sofisticação, identidade e conexão com a natureza. No segmento de casamentos, essa mudança vem consolidando tendências que colocam os espaços ao ar livre em posição de destaque. Dados da Associação Brasileira de Empresas de Eventos (ABRAFESTA) comprovam essa tendência: houve crescimento de 45% na procura por espaços ao ar livre para casamentos no Rio de Janeiro entre 2024 e 2026. A pesquisa também revela que 72% dos noivos cariocas consideram o cenário natural como critério prioritário na escolha do local. Entre os movimentos que vêm marcando o setor, destacam-se o minimalismo tropical, com decorações que valorizam a vegetação local e intervenções pontuais em flores nativas e iluminação cênica, a preferência por cerimônias ao pôr do sol no horário golden hour (17h às 18h30), e as celebrações intimistas com número reduzido de convidados (50 a 120 pessoas). Também ganham força o investimento em gastronomia autoral com ingredientes orgânicos e locais, o uso de paletas orgânicas inspiradas no ambiente e o conceito de micro-wedding de luxo, onde menos convidados significa mais qualidade em cada detalhe. “Hoje, o mercado de festas premium está menos ligado ao excesso e mais à construção de experiências com identidade. Os clientes querem eventos que tenham linguagem própria, estética coerente e uma sensação real de exclusividade, sem abrir mão da elegância”, afirma a cerimonialista Carol Ferraz, da empresa Céu de Tule. “Os espaços ao ar livre ganharam protagonismo porque permitem que a natureza deixe de ser apenas pano de fundo e passe a fazer parte do conceito do evento. Isso conversa diretamente com uma tendência de celebrações mais sensoriais, orgânicas e autorais”, destaca Renata Paraíso, Designer de eventos – Decoração. A sustentabilidade deixou de ser diferencial e tornou-se premissa no setor, com escolha de fornecedores locais, redução de descartáveis e compensação de carbono. As experiências multissensoriais que exploram sons da natureza e gastronomia regional, além da tecnologia integrada com transmissão ao vivo e drones para registro aéreo, também aparecem entre os principais direcionamentos. “Existe uma valorização muito clara de tudo o que é personalizado. Da decoração ao menu, da trilha sonora à experiência do convidado, o que se vê é um mercado cada vez mais orientado por repertório, sensibilidade e propósito”, diz Taíssa Abtibol, sócia fundadora do Lago Buriti. O impacto econômico do setorO segmento de casamentos movimenta cifras expressivas na economia carioca. Segundo o SEBRAE-RJ, cada casamento ao ar livre de médio porte gera movimentação média de R$ 150 mil a R$ 400 mil e envolve de 15 a 25 fornecedores entre fotografia, gastronomia, música e decoração. Especialistas projetam que até 2028, 60% dos casamentos na cidade aconteçam em ambientes abertos ou híbridos. A cidade do Rio de Janeiro consolida-se como destination wedding nacional, atraindo noivos de outros estados que buscam paisagens icônicas, clima tropical favorável e infraestrutura turística consolidada. Lago Buriti: 10 anos acompanhando a evolução do mercadoÉ nesse contexto que o Lago Buriti comemora 10 anos de atuação no Rio de Janeiro. Ao longo de uma década, o espaço vem acompanhando a evolução do mercado de casamentos e se consolidando como referência para celebrações ao ar livre na Cidade Maravilhosa. Com espelho d’água cercado por vegetação nativa, vista panorâmica que dispensa cenografia elaborada e infraestrutura completa, o local reúne atributos que dialogam diretamente com as principais tendências do setor. Ao celebrar seus 10 anos, o espaço reafirma sua presença em um segmento que segue em expansão e cada vez mais relevante nas pautas de comportamento, consumo, lifestyle e eventos. SOBRE O LAGO BURITI O Lago Buriti é um espaço para eventos localizado no Rio de Janeiro, especializado em casamentos e celebrações ao ar livre. Com 10 anos de atuação, une beleza natural e infraestrutura completa para receber eventos sociais e corporativos com sofisticação e personalidade. Manoela Cesar Manoela Cesar é palestrante, consultora, mentora e pesquisadora da História dos Rituais. Sempre que recebe um chamado, também celebra casamentos laicos. Posts mais recentes All Posts Business Wedding Colher de Chá Destination Lab História do Casamento Radar Wedding Business Mercado de festas premium reforça a busca por celebrações ao ar livre, experiências autorais e sofisticação natural Celebrante Manoela Altar não é palco, pelo resgate da ritualização nas cerimônias de casamento Categoria Business Wedding Colher de Chá Destination Lab História do Casamento Radar Wedding Business Tags Business Wedding Colher de Chá Destination Lab História do Casamento Radar Wedding Business
Celebrante Manoela

A História do Anel de Noivado A cena chama atenção de quem estiver por perto: se uma pessoa ajoelha diante da outra e abre uma caixinha de joias, todo mundo em volta percebe que alguém está sendo pedido em casamento. Esta é a força dos códigos celebrativos: comunicar algo com um simples gesto. E um dos mais conhecidos símbolos do compromisso amoroso é, sem dúvida, o anel de noivado. Mas, embora pareça muito natural, a tradição de ficar de joelhos para oferecer um anel à pessoa amada é mais recente do que imaginamos. É bem verdade que o primeiro anel de noivado, acompanhando o pedido de casamento de um rei para sua amada, já é bem antigo e data do século XVII. No entanto, o costume só se popularizou no final do século XIX, com incentivo do marketing de joalherias, e ganhou o mundo todo com uma ajudinha bem poderosa: os filmes de Hollywood. Vamos conhecer melhor esta história? As primeiras alianças de casamento A palavra aliança deriva do termo “alligare”, que, em latim, significa “ligar-se” ou aquilo que está conectado em todos os pontos e se completa em si mesmo, como um círculo. Pelo seu formato, representa ideia de eternidade, uma ligação que não tem fim. Naquela época, as alianças eram feitas com diversos materiais, até mesmo de couro e madeira. A ideia de utilizar um anel como símbolo do compromisso de casamento surge há cerca de 4 mil anos, ainda na antiguidade greco-romana. Bem menos românticos do que os aneis de hoje, as alianças de casamento eram usadas apenas pelas mulheres porque tinham uma função quase mercantilista: comunicar publicamente que a moça com um anel no dedo já estaria comprometida em um acordo feito entre famílias. Na antiga Índia, hindus também usavam a aliança como forma de “certificado” de que a moça já havia sido “negociada” ou já estava casada. Os egípcios tinham o costume de colocar uma moeda com o nome ou símbolos da família do noivo no topo, demonstrando que a noiva “já tinha um dono”. O anel na mão esquerda O costume da aliança de casamento na mão esquerda baseia-se na crença dos romanos, que acreditavam que no dedo anelar da mão esquerda passava a vena amoris, uma veia que ia direto ao coração.A igreja eleva o noivado a um patamar religioso Foi somente depois que o Para Inocêncio III, Lorátio Conti (1161 – 1216), declarou que deveria existir um intervalo entre o pedido de casamento e a realização do matrimônio, que presentear a noiva com uma joia, não necessariamente um anel, começou a ser uma tradição para marcar o pedido de casamento. O ouro se estabelece como o metal das alianças das famílias nobres As alianças de casamento de ouro tornaram-se especialmente proeminentes a partir dos séculos III e IV dC. Durante este período, os anéis tornaram-se mais elaborados e suntuosos, uma indicação da riqueza do “proprietário” da noiva, bem como da habilidade do artesão. O tipo mais comum de anel associado aos casamentos romanos era o anel ‘fede’, que tinha um desenho que mostrava um par de mãos entrelaçadas ou um casal entrelaçado. Com a ascensão do romantismo medieval, surgem os aneis Posy, feitos ouro com uma pequena inscrição gravada. A linguagem usada em muitos dos primeiros anéis posy era o francês normando, com francês, latim e inglês usados em épocas posteriores. As citações eram frequentemente de histórias de amor e geralmente inscritas na superfície interna do anel. O diamante no anel de noivado Os diamantes que hoje são quase sinônimo de noivado, especialmente entre os americanos, foi pioneiramente usado pelo arquiduque Maximilliam da Áustria. Ele foi o primeiro homem a presentear sua noiva, Mary de Burgundy, com um anel de diamante para marcar o pedido de casamento. Este anel foi enviado por carta, junto a formalização de sua proposta de união. No entanto, a pedra não se tornou popular entre as pessoas comuns até a década de 30, quando a joalheria De Beers investiu em marketing pesado, elevando o diamante ao status de desejo absoluto. Mais tarde, a Tiffany & Co revolucionou com o famoso solitário com seis garras. Embora seja uma tradição recente no Brasil, a popularidade do anel de noivado vem crescendo cada vez mais. Manoela Cesar Manoela Cesar é palestrante, consultora, mentora e pesquisadora da História dos Rituais. Sempre que recebe um chamado, também celebra casamentos laicos. Posts mais recentes All Posts História do Casamento A revolução do casamento por amor em uma xícara de chá História do Casamento: a tradição da Lista de Presentes Categoria Business Wedding Colher de Chá Destination Lab História do Casamento Radar Wedding Business Tags Business Wedding Colher de Chá Destination Lab História do Casamento Radar Wedding Business
Altar não é palco, pelo resgate da ritualização nas cerimônias de casamento

Altar não é palco, pelo resgate da ritualização nas cerimônias de casamento Em 2011, numa época pré-redes sociais, em que os casamentos eram muito parecidos entre si. nascia o projeto Colher de Chá Noivas, na defesa por celebrações com alma e por fornecedores que criassem cerimônias e festas sob medida. com as memórias afetivas do casal homenageadas em cada detalhe. No mundo, o casamento por amor era chancelado por Kate Middleton, que conseguiu incluir muito do seu toque pessoal em um casamento monárquico. Em nosso guia de fornecedores, o critério principal sempre foi perceber se o fornecedor seria capaz de ouvir o casal, e traduzir em serviço / produto a linguagem daquele amor. O Wedding Lab sempre traz temas – Jane Austen, Leopoldina, Mary Poppins, Victoria, Bríde… –, que funcionam como um desafio criativo para revelar a habilidade de cada expositor em contar histórias com sensibilidade, em entregar algo único, E não repetir fórmulas prontas. No entanto, isso nunca significou incentivar que cerimônia se transformasse em um espetáculo de entretenimento. Uma cerimônia merece ser investida de entrega, presença e plena atenção para cumprir sua função de “religar”. Se você sobrecarrega sua cerimônia com muitos estímulos visuais e sonoros dignos de um show, isso atrapalha o foco necessário para que a conexão aconteça de fato. Uma cerimônia com alma precisa de linguagem, de símbolos e palavras — sejam elas litúrgicas, civis ou mesmo as inventadas pelo amor. Pois são estes códigos, muitas vezes ancestrais, ditos com intenção, que acessam o inconsciente coletivo e evocam a metamorfose do self: rompem antigos padrões da psiqué e fazem nascer o novo. O altar pede que namorados se transformem em esposas ou maridos, conscientes deste amadurecimento na relação. Desaparecimento-dos-Rituais-267×475A leitura do livro “O desaparecimento dos rituais”, de Byung-Chul Han, me fez despertar ainda para uma função social dos ritos. Num mundo cada vez mais acelerado, individualista e virtual, a ausência de rituais esvazia o senso de pertencimento de um povo, e pode gerar individualismo exacerbado, ansiedade e até mesmo depressão. Jung defendia que reencontrar esse elo — através da arte, da espiritualidade, da natureza e dos rituais — é essencial para a saúde psíquica da sociedade. E, neste contexto, percebo o cerimonialista de casamento não apenas como um gestor de eventos, mas um guardião dos rituais, um tecelão de sonhos, o ponto de equilíbrio entre tradições, tendências e estilos. o CERIMONIALISTA verdadeiro é um fio de esperança por um mundo melhor, que se orgulha em celebrar a vida, em amadurecer e ritualizar cada novo plot point na biografia, movido por uma elegância afetuosa e integrativa, em nome deste bem maior, chamado amor. Manoela Cesar Manoela Cesar é palestrante, consultora, mentora e pesquisadora da História dos Rituais. Sempre que recebe um chamado, também celebra casamentos laicos. Posts mais recentes All Posts História do Casamento A revolução do casamento por amor em uma xícara de chá História do Casamento: a tradição da Lista de Presentes Categoria Business Wedding Colher de Chá Destination Lab História do Casamento Radar Wedding Business Tags Business Wedding Colher de Chá Destination Lab História do Casamento Radar Wedding Business
Alentejo, um dos destinos portugueses mais desejados para casamentos

Alentejo, um dos destinos portugueses mais desejados para casamentos Entre cenários idílicos e experiências inesquecíveis, região é o cenário perfeito para pedidos e celebrações de casais apaixonados Entre cenários idílicos e experiências inesquecíveis, região é o cenário perfeito para pedidos e celebrações de casais apaixonados Maior região de Portugal, o Alentejo se destaca por reunir cenários idílicos, gastronomia premiada, cidades repletas de atrações culturais e uma infraestrutura hoteleira de excelência. Mais do que isso, há algo na sua luz suave, na imensidão das paisagens douradas e no ritmo tranquilo dos dias que faz o coração abrandar e a alma se abrir ao romance. Não surpreende que tantos casais escolham o destino não apenas para fazer o pedido, mas também para realizar o casamento. Quem percorre as paisagens alentejanas descobre momentos perfeitos para declarações de amor, como um passeio de balão ao amanhecer, ou uma noite estrelada no Alqueva. E, no verão, os campos de girassóis entre Moura e Vidigueira, por exemplo, criam um cenário vibrante e encantador, daqueles que parecem saídos de um filme. Para celebrar o “sim”, o Alentejo oferece uma variedade de lugares especiais, como o refúgio de luxo São Lourenço do Barrocal (Monsaraz), onde a arquitetura rural encontra o design contemporâneo, criando ambientes perfeitos para cerimônias ao ar livre e jantares sob as estrelas. Outra opção sofisticada é o L’AND Vineyards, onde o minimalismo moderno se mistura com a paisagem das vinhas e espelhos d’água, elevando o patamar de qualquer celebração. Manoela Cesar Manoela Cesar é palestrante, consultora, mentora e pesquisadora da História dos Rituais. Sempre que recebe um chamado, também celebra casamentos laicos. Posts mais recentes All Posts Business Wedding Colher de Chá Destination Lab História do Casamento Radar Wedding Business Alentejo, um dos destinos portugueses mais desejados para casamentos A revolução do casamento por amor em uma xícara de chá Luxo de Festa – Congresso Nacional de Festa Categoria Business Wedding Colher de Chá Destination Lab História do Casamento Radar Wedding Business Tags Business Wedding Colher de Chá Destination Lab História do Casamento Radar Wedding Business
A revolução do casamento por amor em uma xícara de chá

A revolução do casamento por amor em uma xícara de chá Em minha pesquisa sobre a história do casamento por amor, quatro escritoras aparecem como centrais na construção de uma consciência acerca do papel da mulher para além da conveniência e dos contratos financeiros que envolviam os noivados de antigamente: Christine de Pizan (1363-1430), Mary Astell (1666 – 1731), Mary Wollstonecraft (1759-1797) e a nossa amada romancista Jane Austen (1775-1817). Hoje, ao apresentar essa pesquisa durante minha palestra Reflexões literárias sobre o casamento por amor, no congresso Jane Austen Brasil 2025, realizada em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul, o CEFET MG e a Sociedade Jane Austen Brasil, fui desafiada por uma aluna a imaginar um diálogo entre estas quatro mentes brilhantes. Como seria esta conversa? Puxe sua cadeira, pegue sua xícara de chá, e vem ver o que imagino que elas diriam uma para a outra! Elas se reuniram ao fim da tarde. Não em um salão nobre nem em um claustro, mas em uma biblioteca. Em torno de uma mesa redonda, trocaram olhares, serviram chá. Christine de Pizan abriu a roda, afinal, era a mais velha. Sentou-se sem cerimônia e colocou sobre a mesa a planta de uma cidade em que cada tijolo simbolizava uma mulher inteligente, atuante, capaz de colaborar na vida social. Uma “cidade de damas”, feita de palavras, de nomes de mulheres. “Antes de tudo”, disse, “foi preciso provar que não éramos monstros nem erros da criação. Escrevi porque vi que a História havia se tornado uma acusação constante contra nós. Construí, então, uma cidade de sonho, erguida com o talento de mulheres diversas e complementares.” Mary Astell, a segunda na ordem do nascimento, aplaudiu com sobriedade e respondeu que não bastava sonhar e planejar. “Temos de instigar a reflexão sobre como educamos as mulheres! Pois nenhuma escolha pode ser inteligente se a razão é negada desde a infância”. Mary Wollstonecraft concordou totalmente e não esperou convite para tomar a palavra: lembrou que a sociedade ensina fragilidade para as mulheres e depois as pune por “serem o sexo fragil”. E lembrou ainda que “virtude sem liberdade é apenas obediência bem-vestida”. Afinal, as mulheres precisam ser reconhecidas como “seres racionais”. Atenta e perspicaz, Jane Austen permaneceu em silêncio por um momento, observando. Tomou mais um gole de chá e então disse que assinava embaixo, as mulheres precisam sim ser reconhecidas como “seres racionais”, mas que algumas verdades precisavam ser ditas nas entrelinhas — como um cavalo de Troia, que, disfarçado, atravessa os muros para então revelar sua força. “Se escrevermos apenas tratados e manifestos, falaremos para meia dúzia”, afirmou. “Proponho a ficção. Histórias interessantes, bem-humoradas, capazes de desarmar resistências. O que seria melhor do que o riso e a leitura de um bom romance? Vamos fazer o mundo se apaixonar por protagonistas inteligentes. Mostrar que mulheres racionais não casam sem amor, pois razão e sensibilidade caminham juntas numa sociedade saudável. A sábia Christine sorriu, como quem reconhece uma filha. Sim, seu legado estava vivo, quatro séculos depois. Sim, a pena mudava de mãos. E ainda muda. Hoje, cabe às mulheres contemporâneas usufruir com inteligência da deliciosa liberdade de ler todas as nossas quatro escritoras. E refletir sobre algo essencial: seja de ontem ou de hoje, nenhuma mulher aceitaria mais o silêncio como destino. Manoela Cesar Manoela Cesar é palestrante, consultora, mentora e pesquisadora da História dos Rituais. Sempre que recebe um chamado, também celebra casamentos laicos. Posts mais recentes All Posts História do Casamento A revolução do casamento por amor em uma xícara de chá História do Casamento: a tradição da Lista de Presentes Categoria Business Wedding Colher de Chá Destination Lab História do Casamento Radar Wedding Business Tags Business Wedding Colher de Chá Destination Lab História do Casamento Radar Wedding Business
Luxo de Festa – Congresso Nacional de Festa

Luxo de Festa – Congresso Nacional de Festa Em Brasília, nos dias 03 a 05 de novembro, aconteceu o maior evento de celebrações de luxo no Brasil, o “Luxo de Festa – Congresso Nacional de Festa”. Apresentado pelo mestre César Serra, a experiência trouxe muitos cases inspiradores e tendências do mercado, através de uma feira de negócios, desfiles de marcas de festas, musical e bate papo com nomes como a jornalista Glória Kalil, o diretor de conteúdo e relacionamento Paulo Santana, a estilista Martha Medeiros ea wedding consultant Manoela Cesar. Em sua segunda edição, o “Luxo de Festa” trouxe muita elegância e inspiração, através de grandes nomes do setor de celebrações, com a presença de formadores de opinião e fornecedores com vasta experiência e qualidade. Temas como comportamento, etiqueta e novos códigos de luxo da atualidade, foram debatidos por Glória Kalil e Paulo Santana. Já Manoela Cesar abordou “Luxo é Ritual: o poder alquímico o altar”. Foi uma honra ter participado do Luxo de Festa, sob a regência do mestre César Serra. Dias intensos de aprendizado, trocas e inspiração entre profissionais que fazer a diferença no universo das celebrações. – Afirma Manoela Cesar. O Unique Palace foi o local escolhido para receber os participantes, vindos das cinco regiões do Brasil. A feira de negócios e a exposição dos trabalhos desenvolvidos pela Escola de Arte Mão de Martha, da estilista Martha Medeiros, trouxeram uma verdadeira imersão no universo de luxo, da sofisticação e da personalização dos processos para a criação de experiências únicas. O destination wedding foi abordado pelos hotéis e locais para eventos, apresentando seus espaços e ambientes para celebrações, de acordo com o sonho e perfil de cada casal. Texto originalmente publicado no caseme.com.br Manoela Cesar Manoela Cesar é palestrante, consultora, mentora e pesquisadora da História dos Rituais. Sempre que recebe um chamado, também celebra casamentos laicos. Posts mais recentes All Posts Business Wedding Colher de Chá Destination Lab História do Casamento Radar Wedding Business A revolução do casamento por amor em uma xícara de chá Luxo de Festa – Congresso Nacional de Festa 2014: WeddingLab no Casa & Gourmet Categoria Business Wedding Colher de Chá Destination Lab História do Casamento Radar Wedding Business Tags Business Wedding Colher de Chá Destination Lab História do Casamento Radar Wedding Business
2014: WeddingLab no Casa & Gourmet

2014: WeddingLab no Casa & Gourmet O WeddingLab aconteceu no Casa & Gourmet Shopping, dentro de uma programação bacanérrima chamada Temporada do Design, entre os dias 05 e 15 de maio, na qual 10 especialistas foram convidados a falar para o público do shopping sobre diversos temas que envolvessem design e comportamento. Honrada em ter sido a única convidada a fazer curadoria para 2 dias da programação, topei o desafio de fazer uma versão pocket do meu WeddingLab dentro do shopping, num dia de semana à tarde (!), para debater as tendências que envolvem o casamento com identidade, ou o #casamentocomdesign. Como o nome diz, o WeddingLab é o meu laboratório itinerante para a gente sair do ambiente virtual e se encontrar ao vivo e trocar ideias sobre este assunto tãaao chaaaato que eu quase nem gosto de falar chamado casamento (rs). Ali, no ambiente que o shopping criou para a Temporada do Design, dentro das limitações que acontecem quando se faz um evento em um espaço público, montamos um espaço bem bacana, bem wedding: macarons da Paradis, bem-casados do Casal Garcia, bolos decorados da Confiserie de Lu e chocolates da Chocolate Quente, aliados à decor lúdica e bem romântica da Renata Stabile, deixaram o nosso evento ainda mais bonito. A identidade visual do evento ficou por conta da talentosa Patrícia Koeler. Para abrir o primeiro dia, fiz a palestra WeddingLab “Seja Moderninho | Case por Amor” sobre como o casamento está, mais do que nunca, pautado no amor e na vontade dos noivos de ficarem juntos. A partir daí, entramos no tema do evento: destination weddings. Foi uma delícia falar sobre os casamentos feitos em locais que os noivos amam e como está cada vez mais fácil casar em lugares de sonho, como a Provence. Por isso, falamos da novidade que o colher apresentou em primeira mão: a chegada da equipe da Un Grand Oui ao Brasil equipe de cerimonialistas francesas que agora fizeram uma base no Brasil para levar os brasileiros para fazerem seus casamentos nesta linda região francesa. Ao longo do dia 07, tivemos um bate papo com a Renata Stabile, que deu dicas de decoração e explicou como ela faz para compor a decor de vários casamentos que já realizou. Ficamos sabendo também com a Luciana Wellisch, da Confiserie de Lu, que o bolo pintado e a flor de açúcar são duas grandes tendências que estão encantando as noivas. Ainda no quesito doçuras, as meninas da Chocolate Quente deram a dica: o brigadeiro gourmet veio para ficar. E as noivas que estavam no evento puderam conferir de pertinho o trabalho dessas duas empresas, já que tivemos uma degustação de bolo e doces enquanto rolavam as palestras. Depois foi a vez da chef Michelle Marucco, da La Cuisine de Michelle Marucco, mostrar o que se deve ter em mente na hora de pensar o cardápio do casamento. E claro, tudo muito bem harmonizado com a champanhe da Liv Import Bebidas. A super VRebel Cinema One mostrou várias filmagens de casamentos e deu dicas para as noivas garantirem lindas imagens da celebração. Depois, o músico Cássio Vieira, à frente da afinadíssima Cássio Vieira Coral & Orquestra, encantou a todos com um repertório que vai do clássico às versões instrumentais de hits moderninhos. Para fechar a noite, DJ Galalau falou sobre a necessidade do DJ de entender e respeitar o gosto dos noivos na hora de montar o set de músicas para a festa. FORNECEDORES QUE FIZERAM ACONTECER Local: Casa & Gourmet Shopping | Decoração: Renata Stabile | Identidade Visual: Patrícia Koeler | Maquiagem: Manu Guerra Make Up | Macarons: Paradis | Bem-casados: Casal Garcia | Bolo: Confiserie de Lu | Doces e chocolates: Chocolate Quente | Petiscos salgados: La Cuisine de Michelle Marucco |Bebidas: Liv Import | Organização de Casamento Destination Wedding na Provence: Un Grand Oui | Vestidos: Morena Andrade | Adereços de cabeça: Bárbara Heliodora | Sapatos: Luana Zabot | Música: Cássio Vieira Coral & Orquestra e DJ Galalau | Fotos: Thay Rabello e instagram do blog e dos parceiros | Filmagem: VRebel Cinema One Manoela Cesar Manoela Cesar é palestrante, consultora, mentora e pesquisadora da História dos Rituais. Sempre que recebe um chamado, também celebra casamentos laicos. Posts mais recentes All Posts Destination Lab 2014: WeddingLab no Casa & Gourmet 2014: WeddingLab no LZ Studio 2024 Wedding Market Brasil & Portugal Categoria Business Wedding Colher de Chá Destination Lab História do Casamento Radar Wedding Business Tags Business Wedding Colher de Chá Destination Lab História do Casamento Radar Wedding Business
2014: WeddingLab no LZ Studio

2024 Wedding Market Brasil & Portugal Hoje é um dia especial para mim, porque vou apresentar a vocês minha nova investida, o WeddingLab. Como o nome diz, a ideia é ser um projeto paralelo e parceiro do Colher de Chá, que funcione como um laboratório de ideias para pensar o casamento de forma mais abrangente, não apenas falando dos preparativos da festa em si mas ampliar o debate para as incríveis e positivas transformações que a “instituição casamento” vem tendo nos últimos anos. Por isso, queremos trocar ideias também com os noivOs, os homens. Vamos receber os casais em um encontro divertido, com degustações de propostas diferenciadas para a gastronomia do casamento, falar das cerimônias como rito de passagem (a importância da troca de votos, de vivenciar esta experiência como um rito de passagem, realmente) e, especialmente, dar ênfase à personalização, não apenas do casamento, mas da casa nova, este lugar tão especial e único, que abrigará a nova família que começa com o dia do sim. A primeira edição do encontro acontece na tarde do dia 16 de fevereiro (domingo), em Ipanema, e não poderia ter um ambiente melhor: a loja de decoração especializada em objetos de design LZ Studio, comandada pela empresária Anny Meisler, que lançará sua diferenciada Lista de casamento 100% costumizável, que alia peças e mobiliários de design à praticidade de uma lista de casamento, com direito a consultoria para decorar a casa nova. Um evento que é cara do verão, a cara do Rio, a cara dos casamentos cariocas! Um time de fornecedores incríveis, que vocês conhecerão em detalhes aqui no blog, a partir de hoje! E, claro, com muitos mimos e sorteios para todo mundo sair cheio de presentinhos! Por sermos do Rio, a primeira edição prestigia a Cidade Maravilhosa, e falará da influencia do charmoso lifestyle carioca também no formato e nas referências das cerimônias de casamento. Maaaas, antes que eu receba emails chateados (com razão) das leitoras dos outros Estados que são tão queridas quanto as noivas cariocas, desta vez, vamos fazer diferente! Para as noivas que não moram no Rio, um presente enquanto a gente não se encontra pessoalmente! Para prestigiar este nosso (grande) público de outros cantinhos do Brasil, o Hotel Praia Ipanema e o o blog Colher de Chá Noivas vão convidar 1 casal de noivos a passar um fim de semana hospedado de frente para o mar mais lindo do Rio! Isso mesmo!! Além dos 30 casais sorteados para estarem conosco no WeddingLab, nós vamos sortear mais um casal, de outra região do Brasil, para passar um fim de semana hospedado no Hotel Praia Ipanema. Ficou com vontade? Então, inscrevam-se e torçam para estar entre os ganhadores! Como forma de melhorar cada vez mais o blog, a ficha de inscrição abaixo tem uma dupla-proposta: validar a inscrição no sorteio e, principalmente, conhecer ainda mais as minhas leitoras. Então, dediquem 3 minutinhos para preencher os campos abaixo, enviem e torçam. Estou aqui torcendo também, desde já ansiosa pelo nosso encontro! É importante colocar o telefone, porque eu ligo para fazer o RSPV com cada sorteado! Manoela Cesar Manoela Cesar é palestrante, consultora, mentora e pesquisadora da História dos Rituais. Sempre que recebe um chamado, também celebra casamentos laicos. Posts mais recentes All Posts Destination Lab 2014: WeddingLab no Casa & Gourmet 2014: WeddingLab no LZ Studio 2024 Wedding Market Brasil & Portugal Categoria Business Wedding Colher de Chá Destination Lab História do Casamento Radar Wedding Business Tags Business Wedding Colher de Chá Destination Lab História do Casamento Radar Wedding Business
História do Casamento: a tradição da Lista de Presentes

História do Casamento: a tradição da Lista de Presentes A história da Lista de Presentes de Casamento Desde a antiguidade, presentear é um ato repleto de simbologias que expressam conexão, reconhecimento e respeito ao outro. Como dizem os sábios: “oferecer um presente é uma forma de se fazer presente!“. Ao presentear, estamos materializando nossa intenção de permanecer junto a alguém. Não por acaso, faz parte do ritual fazer uma surpresa e envolver o presente dentro de um papel, amarrar um bonito laço na embalagem e anexar um cartão com votos de celebração. – Há milhares de anos, presentear simboliza nossa intenção de construir laços e conexões, sejam elas afetivas e até mesmo diplomáticas, profissionais – ensina o historiador e consultor Jair Marcatti. O primeiro registro de um presente de casamento data de 3 mil anos antes de Cristo, na Suméria. Conhecido como dote, este presente era, na verdade, um montante financeiro oferecido pelo pai da noiva ao futuro genro, na intenção de colaborar nos custos de sua filha. Por sua vez, a família do noivo presenteava o casal com uma propriedade na qual constituiriam a nova família. Foi somente na idade média que a ideia de planejar um enxoval de casamento – com lençois, porcelanas, pratarias –, começou a tomar forma. E estes itens iam sendo armazenados nos icônicos “baús da esperança“. Conhecidos em inglês como “Hope Chest“, estes baús eram oferecidos às meninas ainda pequenas, quando chegavam ao início da adolescência e se preparavam para serem apresentadas à sociedade. Neste baú, as jovens guardavam itens como lençois bordados, porcelanas brancas prontas para serem monogramadas, pratarias, e tudo o que fosse ofertado por parentes da jovem. Mas foi na Era Vitoriana que os convidados passaram a presentear o casal de forma mais parecida com a que conhecemos hoje, com itens que seriam uteis para a casa sendo oferecidos por amigos da família e parentes. O surgimento da Lista de Presentes A primeira lista de presentes de casamento foi criada em 1901, em Minnesota, nos EUA, quando um funcionário de uma loja decidiu anotar os presentes que um casal de noivos estava recebendo de seus convidados, para evitar presentes repetidos. A lista dele ficou tão completa que virou um guia pronto para ajudar outros casais, e assim foi repassada a amigos e amigos de amigos. Duas décadas depois, percebendo o grande potencial da lista de presentes, o megaempresário norte-americano Marshall Field’s criou, dentro da sua loja de departamentos, em Chicago, uma sala exclusiva para receber as noivas e o chamou de “The Wedding Bureau“, descrito como o lugar que “ajuda as noivas com seus enxoval e dúvidas sobre utilidades domésticas”. Ali, as noivas, junto com suas mães e amigas, poderiam escolher pessoalmente os itens de sua preferência, facilitando a vida dos parentes e amigos que pretendiam acertar na escolha dos presentes. A Lista de Presentes de Casamento ganha o mundo! A partir dos anos 50, a experiência realmente ganhou o mundo, com auxílio dos guias de etiqueta que aconselhavam as noivas a fazerem suas listas de presentes com forma de organizar melhor a casa nova e facilitar a vida dos convidados. Hoje, a maior parte dos casais mais antenados pelo mundo todo criam suas listas de presentes de casamentos, em lojas e sites de casamento, como a Lejour+Fast Shop, para facilitar a vida de quem quer exercer a gentileza de presentear os noivos. Do antigo costume do dote ao prático (e polêmico!) “pix”, a verdade é que os presentes de casamento e suas simbologias mudaram muito ao longo da história. Mas uma coisa é certa: todo casal que está iniciando uma vida junto adora receber o carinho das pessoas queridas. E, sem dúvida, quando este presente vem acompanhado de um belo cartão e votos de felicidade, ele reforça laços e cria espaço para novas celebrações! Manoela Cesar Manoela Cesar é palestrante, consultora, mentora e pesquisadora da História dos Rituais. Sempre que recebe um chamado, também celebra casamentos laicos. Posts mais recentes All Posts História do Casamento A revolução do casamento por amor em uma xícara de chá História do Casamento: a tradição da Lista de Presentes Categoria Business Wedding Colher de Chá Destination Lab História do Casamento Radar Wedding Business Tags Business Wedding Colher de Chá Destination Lab História do Casamento Radar Wedding Business
A História do Anel de Noivado

A História do Anel de Noivado A cena chama atenção de quem estiver por perto: se uma pessoa ajoelha diante da outra e abre uma caixinha de joias, todo mundo em volta percebe que alguém está sendo pedido em casamento. Esta é a força dos códigos celebrativos: comunicar algo com um simples gesto. E um dos mais conhecidos símbolos do compromisso amoroso é, sem dúvida, o anel de noivado. Mas, embora pareça muito natural, a tradição de ficar de joelhos para oferecer um anel à pessoa amada é mais recente do que imaginamos. É bem verdade que o primeiro anel de noivado, acompanhando o pedido de casamento de um rei para sua amada, já é bem antigo e data do século XVII. No entanto, o costume só se popularizou no final do século XIX, com incentivo do marketing de joalherias, e ganhou o mundo todo com uma ajudinha bem poderosa: os filmes de Hollywood. Vamos conhecer melhor esta história? As primeiras alianças de casamento A palavra aliança deriva do termo “alligare”, que, em latim, significa “ligar-se” ou aquilo que está conectado em todos os pontos e se completa em si mesmo, como um círculo. Pelo seu formato, representa ideia de eternidade, uma ligação que não tem fim. Naquela época, as alianças eram feitas com diversos materiais, até mesmo de couro e madeira. A ideia de utilizar um anel como símbolo do compromisso de casamento surge há cerca de 4 mil anos, ainda na antiguidade greco-romana. Bem menos românticos do que os aneis de hoje, as alianças de casamento eram usadas apenas pelas mulheres porque tinham uma função quase mercantilista: comunicar publicamente que a moça com um anel no dedo já estaria comprometida em um acordo feito entre famílias. Na antiga Índia, hindus também usavam a aliança como forma de “certificado” de que a moça já havia sido “negociada” ou já estava casada. Os egípcios tinham o costume de colocar uma moeda com o nome ou símbolos da família do noivo no topo, demonstrando que a noiva “já tinha um dono”. O anel na mão esquerda O costume da aliança de casamento na mão esquerda baseia-se na crença dos romanos, que acreditavam que no dedo anelar da mão esquerda passava a vena amoris, uma veia que ia direto ao coração.A igreja eleva o noivado a um patamar religioso Foi somente depois que o Para Inocêncio III, Lorátio Conti (1161 – 1216), declarou que deveria existir um intervalo entre o pedido de casamento e a realização do matrimônio, que presentear a noiva com uma joia, não necessariamente um anel, começou a ser uma tradição para marcar o pedido de casamento. O ouro se estabelece como o metal das alianças das famílias nobres As alianças de casamento de ouro tornaram-se especialmente proeminentes a partir dos séculos III e IV dC. Durante este período, os anéis tornaram-se mais elaborados e suntuosos, uma indicação da riqueza do “proprietário” da noiva, bem como da habilidade do artesão. O tipo mais comum de anel associado aos casamentos romanos era o anel ‘fede’, que tinha um desenho que mostrava um par de mãos entrelaçadas ou um casal entrelaçado. Com a ascensão do romantismo medieval, surgem os aneis Posy, feitos ouro com uma pequena inscrição gravada. A linguagem usada em muitos dos primeiros anéis posy era o francês normando, com francês, latim e inglês usados em épocas posteriores. As citações eram frequentemente de histórias de amor e geralmente inscritas na superfície interna do anel. O diamante no anel de noivado Os diamantes que hoje são quase sinônimo de noivado, especialmente entre os americanos, foi pioneiramente usado pelo arquiduque Maximilliam da Áustria. Ele foi o primeiro homem a presentear sua noiva, Mary de Burgundy, com um anel de diamante para marcar o pedido de casamento. Este anel foi enviado por carta, junto a formalização de sua proposta de união. No entanto, a pedra não se tornou popular entre as pessoas comuns até a década de 30, quando a joalheria De Beers investiu em marketing pesado, elevando o diamante ao status de desejo absoluto. Mais tarde, a Tiffany & Co revolucionou com o famoso solitário com seis garras. Embora seja uma tradição recente no Brasil, a popularidade do anel de noivado vem crescendo cada vez mais. Manoela Cesar Manoela Cesar é palestrante, consultora, mentora e pesquisadora da História dos Rituais. Sempre que recebe um chamado, também celebra casamentos laicos. Posts mais recentes All Posts História do Casamento A revolução do casamento por amor em uma xícara de chá História do Casamento: a tradição da Lista de Presentes Categoria Business Wedding Colher de Chá Destination Lab História do Casamento Radar Wedding Business Tags Business Wedding Colher de Chá Destination Lab História do Casamento Radar Wedding Business